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'Censura': lei marcial na Coreia do Sul pretendia controlar informação, diz especialista

O presidente do país, Yoon Suk-yeol, anunciou nesta terça-feira (3) decreto que suspendia as leis civis e colocava em vigor as militares

Conexão Record News|Do R7

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Em entrevista ao Conexão Record News, Vladimir Feijó, analista internacional, doutor em direito internacional e professor da UniArnaldo, afirmou que pode haver censura na Coreia do Sul após o decreto da lei marcial. O presidente do país, Yoon Suk-yeol, anunciou nesta terça-feira (3) a imposição da medida, que suspende as leis civis e coloca em vigor as militares. Feijó explicou que, com base no texto do decreto, “todas as reuniões, inclusive do Congresso, estariam proibidas”. Contudo, segundo o especialista, isso é algo não permitido pela lei marcial. Diante disso, houve uma reunião emergencial, e o Congresso suspendeu por unanimidade o decreto.

O Parlamento foi cercado por policiais na tarde desta terça-feira (3). O especialista afirmou ainda que um dos motivos que levaram o presidente a proibir as manifestações foi o fato de que “a população vê sua qualidade de vida em declínio e a saúde pública está em greve há meses”.

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