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Israel age preventivamente ao atacar terroristas com o enfraquecimento do Irã, diz analista

Forças de Defesa israelenses destruíram um campo de treinamento do Hezbollah nesta terça (15)

Conexão Record News|Do R7

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Forças de Defesa de Israel destruíram um campo de treinamento do grupo terrorista Hezbollah no leste do Líbano nesta terça-feira (15). Segundo informações, os terroristas, financiados pelo Irã, estavam se reagrupando na região. Os bombardeios aconteceram no Vale do Bekaa. O exército do país confirmou a destruição de um depósito de armas e de um campo de treinamento usados por uma unidade de elite do grupo terrorista. A ação mais intensa de Israel na região desde o acordo de paz assinado em novembro de 2024 deixou 12 pessoas mortas. O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que a operação busca impedir a reestruturação do grupo.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (16), Giovana Branco, doutoranda de ciência política da USP (Universidade de São Paulo), analisa que, apesar dos ataques israelenses visarem diminuir a força dos terroristas, as chances de eliminação total são poucas, devido às diversas ramificações que os grupos possuem.

Com o enfraquecimento de Teerã, Giovana avalia que seriam lógicas movimentações do Hezbollah para atingir Israel e até mesmo os Estados Unidos, por sua aliança de longo tempo com o país persa. No entanto, ela não vê uma junção de todos os grupos da região contra Tel Aviv pela vasta gama de grupos e com diferentes capacidades bélicas. Ainda assim, ataques preventivos feitos por Israel contra esses terroristas são vistos como legítimos pelo país e pela comunidade internacional.

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