Caso Henry

Rio de Janeiro Alerj aprova projeto de lei com nome de Henry Borel

Alerj aprova projeto de lei com nome de Henry Borel

Proposta garante prioridade de investigação para crimes hediondos que resultem na morte de crianças e adolescentes

A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou, nesta quarta-feira (5), um projeto de lei que garante prioridade de investigação para crimes hediondos que resultem na morte de crianças e adolescentes. A medida foi nomeada como “Lei Henry Borel” com objetivo de homenagear o menino morto no dia 8 de março. A lei segue para sanção ou veto do governador Cláudio Castro.

Henry Borel foi vítima de um homicídio

Henry Borel foi vítima de um homicídio

Reprodução/ Record TV

O projeto de lei, dos deputados Rodrigo Amorim (PSL) e Bebeto (Pode), também prevê que o MP (Ministério Público) dê prioridade na apuração de inquéritos policiais de crimes relacionados ao abuso, tortura, maus-tratos, exploração sexual, tráfico e outras formas de violação de direitos de crianças e adolescentes.

A proposta também estabelece que os procedimentos investigatórios deverão ser identificados através de etiqueta com os termos “Prioridade - Vítima Criança ou Adolescente”.

Caso Henry: Finalização do inquérito

A Polícia Civil indiciou, nesta segunda-feira (3), a mãe Monique Medeiros e o padrasto Dr. Jairinho por homicídio duplamente qualificado, com tortura e sem chance de defesa, ao finalizar o inquérito sobre a morte de Henry Borel.

A investigação apontou que a mãe tinha conhecimento das agressões do padrasto contra o menino, informação revelada após a polícia ter acesso a troca de mensagens entre Monique e a babá do filho.

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