Caso Henry

Rio de Janeiro Avó de Henry recebe ameaças em escola onde trabalha no Rio

Avó de Henry recebe ameaças em escola onde trabalha no Rio

Mãe de Monique Medeiros foi citada em segundo depoimento de babá, que afirmou que ela sabia das agressões sofridas pelo neto 

  • Rio de Janeiro | Victor Tozo, do R7*

Babá diz que avó sabia das agressões que menino Henry sofria pelo 
padrasto

Babá diz que avó sabia das agressões que menino Henry sofria pelo padrasto

Reprodução

A avó materna de Henry Borel recebeu ameaças de pais e alunos da escola estadual onde ocupa o cargo de diretora-adjunta no Rio.

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação confirmou o caso e declarou que a funcionária não foi afastada das funções, apenas encontra-se de férias.

A avó de Henry foi citada no segundo depoimento da babá do menino, que afirmou que ela sabia das agressões que o neto sofria por parte do padrasto, o vereador Dr. Jairinho.

Thayná contou que a avó lhe perguntou se Henry estava ou não mentindo. Neste momento, a funcionária  mencionou que a criança estava mancando, com dor na cabeça e com um roxo. No entanto, ela não quis insistir no assunto, porque ficou com medo de que a patroa achasse que ela estava fazendo "fofoca". 

No entanto, dias antes da morte do menino, o pai, Leniel Borel, questionou a ex-sogra sobre as queixas do filho de que "o tio" [Dr. Jairinho] o machucava.

Em entrevista ao Balanço Geral, da Record TV Rio, Leniel relembrou que, naquele dia, a avó materna falou para o pai  tirar a suspeitas da cabeça porque Henry era "inteligente e falava isso para não ir à casa da mãe".

A avó disse ainda que o neto estava frequentando o psicólogo e que Monique, inclusive, estava no consultório naquele momento. Ela ainda citou que a babá Thayná ficava com a criança no período da manhã e só ia embora quando Monique chega. 

A Polícia Civil deve ouvir a avó materna de Henry novamente, mas o depoimento ainda não tem data marcada.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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