Caso Henry

Rio de Janeiro Carreata para pedir justiça pela morte de Henry é adiada no Rio 

Carreata para pedir justiça pela morte de Henry é adiada no Rio 

Em rede social, pai do menino, Leniel Borel, informou que nova data para o protesto será divulgada

Carreata para cobrar justiça por Henry foi adiada

Carreata para cobrar justiça por Henry foi adiada

Reprodução/ Record TV

A carreata convocada pelo pai do menino Henry para pedir justiça pela morte da criança foi adiada no Rio. Em comunicado feito por rede social, Leniel Borel alegou motivos pessoais e afirmou que uma nova data será divulgada em breve.

No último sábado (3), o pai de Henry utilizou as redes sociais para divulgar o protesto, que estava marcado para esta segunda-feira (5).

A concentração seria na subprefeitura da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. A carreata seguiria em direção à 16ª DP (Barra da Tijuca), que investiga o caso.

Henry Borel, de 4 anos, morreu após ser encontrado desacordado no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, na madrugada de 8 de março. Ele foi levado por ela e pelo padrasto, o vereador Dr. Jairinho, para um hospital particular, onde já chegou sem vida. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) aponta como causa da morte múltiplas lesões ocasionadas por ação contundente.

Monique e Dr. Jairinho são investigados pela polícia no caso. Na última quinta (1º), ocorreu a reconstituição da noite em que Henry morreu, que não foi acompanhada pelo casal.

O advogado de Leniel, Airton Barros, pediu um novo depoimento do pai da criança, para que relate uma situação vivida quando ainda providenciava o enterro do filho. Dr. Jairinho teria dito a Leniel: “Vire a página e faça outro filho”.

Responsável pela defesa do casal, o advogado André França Barreto afirma que uma testemunha relatou que o delegado do caso age de forma tendenciosa.

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