Caso Henry

Rio de Janeiro Caso Henry: MP apura denúncia de regalias para casal na cadeia

Caso Henry: MP apura denúncia de regalias para casal na cadeia

Até o momento, promotoria não encontrou indícios de irregularidades. No entanto, MP ainda não recebeu imagens enviadas pela Seap

  • Rio de Janeiro | Inácio Loyola Do R7*

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) investiga as denúncias de regalias para o casal investigado pela morte do menino Henry Borel no presídio Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio. Até o momento, não foram encontrados incídios de irregularidades. 

A promotoria esclareceu que ainda não recebeu as imagens que mostram a passagem de Monique Medeiros e Jairo Souza na unidade prisional. A Seap (Secretária de Estado de Administração Penitenciária) informou, na quarta (14), que já havia enviado o material. 

As suspeitas levaram à troca da direção do presídio. De acordo com as denúncias, a mãe e o pasrasto de Henry tiveream acesso a telefones, o que foi negado pela Seap. Outra informação era de que Jairo e Monique teriam recebido uma refeição diferenciada de outros detentos.

Em nota, o MP informou que o procedimento de isolamento dos presos na unidade de Benfica foi adotado para evitar riscos de instabilidade no ambiente prisional e que a medida atende ao protocolo padrão adotado quando necessário.

O casal deu entrada no presídio, no dia 8 de março, após ser preso temporariamente por atrapalhar as investigações da morte de Henry Borel. A Polícia Civil pretende indiciar mãe e padrasto por homicídio duplamente qualificado.

Ficha Criminal do casal

Até o momento, as fichas criminais de Jairo Souza e Monique Medeiros no sistema prisional não possuem fotos. Em nota, a Seap informou que o procedimento do cadastro leva de 10 a 15 dias em razão da dependência dos serviços do Detran e restrições decorrentes da pandemia. Também foi informando que não foi identificado erro no lançamento do nome do casal.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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