Coronavírus: autoridades se reúnem no Rio para definir prevenções 

Além da Anvisa, estiveram presentes representantes de companhias aéreas, órgãos de saúde do estado e do município do Rio de Janeiro

Autoridades se reuniram em aeroporto para debater coronavírus

Autoridades se reuniram em aeroporto para debater coronavírus

Tomaz Silva/Agência Brasil

A Anvisa realizou, nesta terça-feira (28), uma reunião com companhias aéreas, órgãos de saúde do estado e do município do Rio de Janeiro para definir procedimentos e medidas preventivas contra o novo coronavírus (nCoV), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro

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O protocolo de vigilância passou de “alerta” para “perigo iminente” – classificação definida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) – após a confirmação de um caso suspeito em Minas Gerais. Há também suspeitas em Curitiba e Porto Alegre. 

A reunião contou também com a presença de representantes da Receita Federal, da Polícia Federal e do Vigiagro (Sistema de Vigilância Agropecuário Internacional), órgãos federais que estão presentes no Galeão.

Durante o encontro, a coordenadora de Infraestrutura e Meio de Transporte da Agência, Viviane Vilela, reafirmou a importância do cumprimento dos planos de contingência já estabelecidos no aeroporto e os fluxos de atuação na ocorrência de algum caso suspeito, em função do risco aumentado.

“Nosso objetivo é fortalecer nos aeroportos os planos de contingência já existentes. A palavra-chave para este momento é intensificação”, disse aos participantes presentes na reunião.

O Galeão é o segundo aeroporto, depois do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, a receber mais passageiros com passaporte chinês. As medidas são padronizadas para todos os aeroportos.

No dia 24 de janeiro, a Agência realizou, em Guarulhos, reunião nos mesmos moldes com o objetivo de sensibilizar a comunidade aeroportuária para identificação e comunicação de possíveis casos suspeitos do novo coronavírus.

O Ministério da Saúde passou nesta terça a desaconselhar viagens para a China depois que todo o território daquele país foi considerado área de transmissão do coronavírus pela OMS.