Coronavírus

Rio de Janeiro Covid: Rio faz pesquisa sobre dose de reforço de vacina em adultos

Covid: Rio faz pesquisa sobre dose de reforço de vacina em adultos

Pode ser voluntário quem tem de 18 a 59 e recebeu 2ª dose há 6 meses; inscrições podem ser feitas no site da Fiocruz

  • Rio de Janeiro | Da Agência Brasil

Serão selecionadas 9 mil pessoas para receber 3ª dose

Serão selecionadas 9 mil pessoas para receber 3ª dose

Divulgação/Fernando Frazão/Agência Brasil

A Prefeitura do Rio de Janeiro e a Fundação Oswaldo Cruz iniciaram uma pesquisa para verificar a segurança e a capacidade de produzir anticorpos que uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 gera na população adulta.

A pesquisa BoostCovid-19, em parceria com o Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino, está com inscrições abertas para voluntários entre 18 e 59 anos que tenham completado o esquema vacinal, com as duas doses previstas, há pelo menos seis meses. As inscrições podem ser feitas no site da Fiocruz.

Serão selecionadas 9 mil pessoas para receber uma terceira dose das vacinas disponíveis, que atualmente são as da Fiocruz/AstraZeneca e da Pfizer/Biontech. A aplicação do reforço será “cega”, ou seja, o voluntário não vai saber, num primeiro momento, qual vacina vai receber. Todos os participantes terão que fazer três visitas de avaliação em um período de dois meses, sendo que a primeira é presencial e as duas seguintes podem ser feitas de maneira virtual

Cerca de 3 mil voluntários vão participar também do subestudo que vai avaliar a imunogenicidade, ou seja, a produção de anticorpos. Esse grupo será acompanhado por um ano, durante o qual deverão ser feitas quatro visitas presenciais para coleta de sangue, além de uma avaliação que pode ser feita de forma virtual ou presencial 60 dias após a vacinação.

Não pode participar do estudo quem tiver contraindicação às vacinas AstraZeneca ou Pfizer, como alergia grave a qualquer um dos componentes; portadores de doenças crônicas não controladas; imunossuprimidos; quem fez uso de derivados de sangue nos últimos seis meses; quem fez uso de duas vacinas diferentes no esquema primário contra a covid-19; quem recebeu maior número de doses do que o estabelecido para o esquema primário da vacinação contra covid-19; e grávida ou puérperas.

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