Logo R7.com
RecordPlus

Defesa pede à Justiça prisão domiciliar para mãe de Henry Borel

Advogados dizem que Monique Medeiros se sentiu ameaçada por detenta, que estaria ligada a advogada acusada de intimidação

Rio de Janeiro|Victor Tozo, do R7*, com Record TV Rio

  • Google News
Monique diz ter sido intimidada
Monique diz ter sido intimidada

A defesa de Monique Medeiros, acusada de envolvimento na morte do filho Henry Borel, protocolou na Justiça um pedido de conversão da prisão preventiva em domiciliar.

Na petição, os advogados relatam que a professora se sentiu ameaçada por outra detenta no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, zona central do Rio, e que ela não está segura na prisão.


O documento foi enviado, na última sexta-feira (14), à juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal do Júri, responsável pelo julgamento de Monique e de seu ex-namorado, Jairo Souza Santos Júnior, que também responde pela morte da criança.

Ainda de acordo com a defesa, o advogado da detenta também procurou Monique, que não aceitou atendê-lo. Ambos estariam tentando fazer com que supostos recados chegassem até a mãe de Henry.


Abordado por um membro da defesa de Monique e convocado a comparecer à direção da penitenciária, o advogado ligado às supostas ameaças teria confirmado que ele e sua cliente são amigos da advogada apontada por Monique como responsável por tê-la intimidado durante uma visita na prisão.

Procurado pelo R7, o TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) afirmou que ainda não há decisão sobre a petição da defesa. A próxima audiência do caso está marcada para o dia 9 de fevereiro.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.