Rio de Janeiro Helicóptero sobrevoa mar e polícia pericia tubarão em busca de neto de Chico Anysio

Helicóptero sobrevoa mar e polícia pericia tubarão em busca de neto de Chico Anysio

Animal foi achado no mar de Quissamã, mas não havia vestígios humanos dentro dele

  • Rio de Janeiro | Do R7, com Rede Record

Brita Brasil medita na porta da delegacia com roupas do filho enquanto equipes fazem buscas em reserva natural

Brita Brasil medita na porta da delegacia com roupas do filho enquanto equipes fazem buscas em reserva natural

Reprodução/Facebook

As buscas por Rian Brito, neto do humorista Chico Anysio, e filho do ator Nizo Neto, foram intensificadas. Nesta quarta-feira (2), a Polícia Civil deve sobrevoar o mar de Quissamã, no norte fluminense, à procura do jovem. Um helicóptero do Corpo de Bombeiros sobrevoa a área da reserva onde os pertences do jovem foram encontrados.

A mãe de Rian, Brita Brasil, está acompanhando as buscas e, pela manhã, fez uma meditação vestindo as roupas do filho na porta da delegacia de Macaé (123ª DP).

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Na segunda-feira (29), peças de roupa e documentos do jovem foram encontrados na região da restinga de Jurubatiba. A região é conhecida por ser frequentada por banhistas e turistas que praticam trilhas. As buscas estavam sendo realizadas por terra, mar e lagoa, com apoio de moto aquática e barcos. A Polícia Civil também periciou um tubarão que foi encontrado por pescadores na segunda, mas não havia vestígios humanos dentro do animal.

Segundo Brita, o filho não saía sem avisar e os dois tinham uma relação próxima. O jovem desapareceu no dia 23, quando ela o deixou na porta da autoescola, onde ele teria uma aula.

No domingo (28), a Polícia Civil divulgou um vídeo em que o jovem aparece saindo de um shopping em São Conrado, na zona sul, e entra em um táxi. A DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros) quer descobrir a identidade do taxista para saber para onde o jovem foi levado.

Rian teria sacado, no dia do desaparecimento, uma quantia de R$ 500. Essa quantia, segundo a mãe, daria para ele passar dez dias no município do interior. Ela também disse acreditar que ele tenha deixado os documentos e a roupa para dar um mergulho.

—O rapaz falou para mim que os documentos foram colocados, e não jogados, como se tivesse ocorrido uma briga. Eles foram deixados como se ele fosse dar um mergulho. E ele nada muito bem, ele vai no mar todo dia praticamente, mas tem mares e mares.

Veja o vídeo:

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