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Justiça nega pedido da defesa de Jairinho e mantém juíza no caso

Decisão dos desembargadores foi unânime. O único pedido acolhido foi ouvir perito e assistentes no processo sobre Henry Borel

Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*

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Justiça mantém juíza no processo sobre morte de Henry
Justiça mantém juíza no processo sobre morte de Henry

Os desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro negaram, nesta terça-feira (22), o pedido da defesa de Jairo Souza Santos Júnior para suspender a juíza Elizabeth Machado Louro do processo que investiga a morte de Henry Borel. 

De acordo com os magistrados, a defesa do padrasto do menino não apresentou nenhuma comprovação das alegações que embasaram o pedido de suspeição. A decisão foi unânime. 


A defesa do réu vem questionando a amizade da juíza com delegados que investigaram a morte de Henry desde uma das audiências do caso. No entanto, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto afirmou que não se pode confundir imparcialidade com neutralidade.

Na mesma sessão da 7ª Câmara Criminal, os magistrados acolheram o pedido da defesa de Jairinho para que o perito Leonardo Huber Tauil e seus assistentes técnicos sejam ouvidos no processo — mas rechaçaram a alegação de insuficiência da defesa de Jairo anteriormente. 


Há pouco mais de um mês, a defesa do ex-vereador obteve parecer favorável para suspender a audiência que aconteceria no dia 16 de março. Jairinho falou por apenas dez minutos na audiência do dia 9 de feveiro, quando disse nunca ter encostado a mão em Henry

Jairo Souza Santos Júnior é acusado de homicídio triplamente qualificado, com emprego de tortura. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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