Caso Henry

Rio de Janeiro Mãe de Henry passa mal e recebe atendimento médico em presídio 

Mãe de Henry passa mal e recebe atendimento médico em presídio 

Monique Medeiros foi diagnosticada com infecção urinária, medicada e já retornou para cela

  • Rio de Janeiro | Inácio Loyola Do R7*

A mãe do menino Henry, Monique Medeiros, presa pela morte da criança, recebeu atendimento médico no Hospital Penal Hamilton Agostinho, no Complexo de Gericinó, em Bangu, após sentir dores abdominais ao urinar na madrugada desta segunda-feira (12). 

Monique foi presa na quinta-feira (8)

Monique foi presa na quinta-feira (8)

Reprodução/Record TV

Ela foi diagnosticada com infecção urinária e medicada, segundo a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária). Após receber alta médica ela retornou para o Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói.

Junto com o namorado, o vereador Jairo Souza, Monique foi presa temporariamente por atrapalhar as investigações. O casal é suspeito de ser responsável pela morte da criança.

Um vídeo obtido pela Record TV Rio mostrou a cela onde ela está em isolamento por um período inicial de 14 dias, seguindo o protocolo de prevenção contra a disseminação da covid-19 dentro do sistema penitenciário.

Jairo Souza passou mal no presídio

O vereador Jairo Souza preso em Bangu 8, no Complexo de Gericinó, também recebeu atendimento após sentir um mal estar na sexta-feira (9). A Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) informou que ele foi atendido no ambulatório e passa bem.

Investigações

O delegado Henrique Damasceno responsável pela investigação da morte do menino Henry Borel disse na quinta-feira (8) que “não resta a menor dúvida” que a mãe e o padrasto da criança foram autores do homicídio.

Entre as provas apresentadas pela investigação está uma troca de mensagens entre a mãe e a babá que revelam uma "rotina de agressão" contra a criança. A funcionária é investigada pelo crime de falso testemunho por declarar em depoimento à polícia que a família vivia em harmonia. 

A Polícia Civil pretende indiciar o casal por homicídio duplamente qualificado, com emprego de tortura e sem chances de defesa da vítima. A hipótese de acidente doméstico foi descartada em razão das múltiplas lesões no corpo de Henry.

A defesa de Monique e Dr. Jairinho entrou com um pedido de habeas corpus na Justiça do Rio por considerar as prisões ilegais e ainda entender que houve sensacionalismo midiático

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