Novo Coronavírus

Rio de Janeiro Obra social Abrace o Rio distribui 700 cestas básicas em comunidades 

Obra social Abrace o Rio distribui 700 cestas básicas em comunidades 

Com apoio do Programa Territórios Social e da comunidade chinesa, ação social entregou alimentos para famílias carentes

Mais de 700 cestas básicas são distribuídas em oito comunidades do Rio

Mais de 700 cestas básicas são distribuídas em oito comunidades do Rio

Cadu Silva

O projeto social Abrace o Rio, coordenado pela primeira-dama do município do Rio, se juntou com o Programa Territórios Social para entregar 755 cestas básicas em oito comunidades do Rio de Janeiro.

As doações atenderam famílias que têm integrantes do grupo de risco do novo coronavírus. As entregas foram feitas nas Clínicas da Família dos complexos do Alemão, Penha, Jacarezinho, Chapadão, Pedreira, Jacaré, Vila Kennedy e Lins. 

“Nossa preocupação hoje é com as pessoas que não conseguem levar alimento para casa. E tem sido gratificante contar com a ajuda de todos”, disse Sylvia Crivella.

A obra social Abrace o Rio, que existe há três anos, trabalha para ajudar os menos favorecidos e já entregou mais de 2.200 filtros de barro para o Programa Territórios Sociais, destinados à população que vive abaixo da linha da pobreza.

A moradora da rua Darcy, no Jacarezinho, Maria de Madalena, foi uma das beneficiadas com a ação.

“Eu agradeço muito à equipe de Territórios Sociais, que foram na minha casa, ficaram sabendo do que eu precisava e me selecionaram para essa oportunidade”, disse.

Famílias foram beneficiadas por obra social

Famílias foram beneficiadas por obra social

Cadu Silva

O Programa Territórios Sociais é uma iniciativa da Prefeitura do Rio com o apoio do ONU-Habitat, e trabalha nos 10  maiores complexos de favela da cidade, identificando família mais vulneráveis.

Cerca de 600 cestas básicas foram doadas pela comunidade chinesa do Rio e recolhidas pela Câmara de Intercâmbio Cultura Brasil/China. A diretora de mulheres da instituição, Marcia Wu, declarou. “Pedi apoio aos membros da comunidade chinesa, que aceitaram prestar solidariedade a uma causa tão nobre”, declara.

Os agente de campo visitam todas as casas dos territórios e aplicam um questionário criado de acordo com o índice de Pobreza Multidimensional da ONU, que aponta as família que sofrem com privações no sistema de saúde e educação, além do padrão de vida.

“É como olhar através de uma lupa para encontrar as famílias mais vulneráveis da cidade. Uma vez identificadas, nós as direcionamos ao atendimento da rede de proteção do município”, explica Andrea Pulici, coordenadora de projetos especiais do Instituto Pereira Passos e integrante do comitê gestor do Programa.

Com a determinação de isolamento social para combater o novo coronavírus, as visitas presenciais foram interrompidas. Porém, os agentes realizam ligações para as famílias que já foram entrevistadas para acompanhar a situação de pessoas que estão no grupo de risco, inclusive repassando informações sobre a prevenção contra a covid-19.

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