Caso Henry

Rio de Janeiro Polícia diz que Monique mentiu sobre ir a cabeleireiro após enterro

Polícia diz que Monique mentiu sobre ir a cabeleireiro após enterro

Mãe de Henry declarou ter feito reparo no mega hair, mas salão de beleza negou oferecer serviço. Ela gastou R$ 240 em outros itens

  • Rio de Janeiro | Laura Rocha, do R7*, com Record TV

Resumindo a Notícia

  • Polícia do Rio negou a versão de Monique Medeiros sobre ida ao salão de beleza
  • A mãe de Henry gastou R$ 240 em procedimentos estéticos após enterro
  • Monique mostrou interesse em começar cursos de inglês e de culinária após a morte
  • Professora fez selfie na delegacia ao prestar depoimento sobre morte de filho

A polícia declarou que a mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, mentiu ao justificar a ida ao salão de beleza no dia seguinte ao enterro do filho de 4 anos. De acordo com a professora, ela teria apenas feito um reparo no seu alongamento capilar, o 'mega hair', que teria colocado antes da morte da criança, mas o estabelecimento negou fazer esse tipo de procedimento. Mas Monique fez mais serviços do que o cabelo e gastou R$ 240 em tratamentos estéticos na ocasião. 

Monique tirou selfie ao depor na 
delegacia

Monique tirou selfie ao depor na delegacia

Reprodução Record TV Rio

Em uma conversa com Monique, no último dia 12 de março, o serviço de atendimento do salão de beleza explicitou os procedimentos realizados: "pé: R$ 39; mão: R$ 35; conserto: R$ 27; tratamento: R$ 139". 

Porém, essa não foi a única postura de Monique que causou estranheza após a morte de Henry.

A polícia teve acesso a mensagens no celular da professora que mostraram que ela procurou por aulas de inglês e de culinária nos dias seguintes à morte da criança. Ela teria interesse em iniciar ambos cursos. 

Outra situação foi no primeiro depoimento de Dr. Jairinho e Monique à 16ª DP sobre a morte do menino. A mulher tirou uma selfie na delegacia em que apresenta um pequeno sorriso enquanto posiciona os pés em cima das cadeiras da delegacia. 

Monique está presa desde o dia 8 de abril por atrapalhar as investigações e coagir testemunhas. A mulher está detida no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói.

A professora e o vereador Dr. Jairinho (sem partido) são os principais suspeitos pelo assassinato de Henry, de apenas 4 anos.

O laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que a morte foi causada por hemorragia interna provocada por uma laceração no fígado. O menino teria sofrido 23 lesões na noite de sua morte, na madrugada do dia 8 de março deste ano. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Raphael Hakime

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