Caso Henry

Rio de Janeiro Profissionais que atenderam Henry prestam depoimento no Rio

Profissionais que atenderam Henry prestam depoimento no Rio

Morte do menino de 4 anos completa 15 dias na terça (23); circunstâncias são investigadas pela 16ª DP (Barra da Tijuca)

  • Rio de Janeiro | Victor Tozo, do R7*, com Record TV Rio

Quatro profissionais da saúde - três pediatras e uma enfermeira - que atenderam o menino Henry em um hospital particular, no dia da morte da criança, prestaram depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca), na zona oeste do Rio, nesta segunda-feira (22). 

Além de investigar as circunstâncias, a polícia procura esclarecer a versão de que a mãe Monique Medeiros teria escutado a criança fazer um barulho no quarto na madrugada do dia 8. 

No entanto, durante o depoimento à policia, que durou 12 horas, o fato não foi mencionado por Monique nem pelo padrasto de Henry, o vereador Dr. Jairinho. Monique disse que encontrou o menino caído no quarto do casal, com as mãos geladas, e pediu ajuda ao namorado.

Segundo o advogado do casal, Monique não se recorda de ter falado sobre um barulho aos médicos. Além disso, para ele, possíveis inconsistências nos depoimentos são fruto do choque vivido e não comprometem a investigação. A polícia considera o depoimento da equipe médica  essencial para esclarecer essa contradição.

Morte de Henry é investigada pela polícia

Morte de Henry é investigada pela polícia

Reprodução/ Record TV

Henry Borel Medeiros morreu após sofrer uma hemorragia interna decorrente de uma laceração hepática, segundo o laudo do IML (Instituto Médico Legal), além de ter lesões no crânio, estômago, rins e hematomas pelo corpo.  A necrópsia aponta que a lesão no fígado teria sido causada por ação contundente, ou seja, violenta. 

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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