Coronavírus

Rio de Janeiro Rio aplica Pfizer como segunda dose após falta de AstraZeneca

Rio aplica Pfizer como segunda dose após falta de AstraZeneca

Intercambialidade de vacinas foi autorizada por nota técnica da Secretaria de Estado de Saúde em agosto

Agência Estado
Pfizer é usada como segunda dose de AstraZeneca

Pfizer é usada como segunda dose de AstraZeneca

Ivan Alvarado/Reuters

A falta de vacinas da AstraZeneca está levando o município do Rio a aplicar a segunda dose com imunizante da Pfizer. A "vacinação heteróloga", como são chamados os casos em que a mesma pessoa recebe as doses produzidas por laboratórios diferentes, também poderá acontecer em outros municípios do Estado.

Segundo a SMS  (Secretaria Municipal de Saúde) do Rio, a vacinação heteróloga já vinha acontecendo em algumas gestantes que tomaram a primeira dose (D1) de AstraZeneca, pessoas que apresentaram reações adversas graves àquele imunizante e em casos de desabastecimento de alguma das vacinas.

"Neste momento, em que o estoque da AstraZeneca para D2 está esgotado, as pessoas estão recebendo a Pfizer como D2", informou a SMS no início da tarde desta segunda-feira (13).

Outros municípios também poderão ter de fazer o mesmo. Desde o dia 16 de agosto, a SES  (Secretaria de Estado de Saúde) publicou nota técnica autorizando a intercambialidade de vacinas "caso o estado do Rio de Janeiro não receba doses do imunizante Oxford/AstraZeneca em quantidade suficiente para completar o esquema vacinal de quem já recebeu a primeira dose".

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