Coronavírus

Rio de Janeiro RJ lança plataforma para monitorar vacinação no Estado

RJ lança plataforma para monitorar vacinação no Estado

Superintendente da Vigilância Epidemiológica afirmou que municípios devem fazer um planejamento para imunização 

  • Rio de Janeiro | Ana Beatriz Araújo, do R7*

O Governo do RJ anunciou a criação de um site para monitorar a vacinação nos 92 municípios do estado. Os números serão atualizados diariamente, às 9h.

Além de mostrar o número de pessoas vacinadas, o portal vai informar em qual fase a população poderá ser imunizada. Atualmente, o Rio de Janeiro está na 1ª etapa de vacinação, onde prioriza profissionais da saúde, indígenas, idosos residentes em locais de longa permanência e pessoas com 75 anos ou mais.

As doses aplicadas deverão ser registradas pelo CPF ou CNS (Cartão acional de Saúde) para acompanhamento das pessoas vacinadas e o monitoramento de possíveis efeitos adversos.

Em coletiva realizada nesta sexta-feira (5), o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Mário Sérgio Ribeiro, afirmou que os municípios devem fazer uma fiscalização e planejamento para vacinar a população contra a covid-19. 

Municípios devem fazer a fiscalização

Municípios devem fazer a fiscalização

Divulgação/Imperial College London

A vacinação começou em janeiro, mas foram apresentadas irregularidades no processo. Entre os problemas relatados ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), está o caso dos 'fura-filas'. Por isso, Ribeiro fez um apelo às cidades para seguir corretamente o PNI (Plano Nacional de Imunização) divulgado pelo Ministério da Saúde. 

"Se não respeitar o critério, vamos ter problema.", disse o superintendente. 

Ribeiro afirmou ainda que a 2ª dose da vacina contra a covid-19 deverá ser aplicada somente nas pessoas que receberam a 1ª, num intervalo de duas a quatro semanas, dependendo do imunizante. Para garantir a imunização, metade das doses recebidas foram mantidas em estoque. 

“Não é recomendação do Estado usar outra dose que não seja esse grupo.”, disse Ribeiro. 

De acordo com ele, os municípios devem fazer o “uso racional” das vacinas multidoses, priorizando as pessoas que estão na frente da fila de imunização divulgado pelo plano do Ministério da Saúde. No entanto, em casos em que haja perda da vacina, a equipe deve ofertar a dose criteriosamente aos profissionais que estiveram aptos, segundo o PNI (Plano Nacional de Imunização).

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