Rio de Janeiro Taxista assassinado em Madureira se recusou a pagar taxa de R$ 70 a miliciano, segundo polícia

Taxista assassinado em Madureira se recusou a pagar taxa de R$ 70 a miliciano, segundo polícia

Herivelton Figueiredo foi morto a tiros em fevereiro; investigação identificou homem conhecido como Camundongo como autor

Miliciano é procurado pela polícia

Miliciano é procurado pela polícia

Divulgação/Portal dos Procurados

A Polícia Civil concluiu que o taxista Herivelton Figueiredo foi assassinado em Madureira, na zona norte do Rio, no dia 23 de fevereiro, por um miliciano da região após se recusar a pagar uma taxa semanal de R$ 70 para a organização criminosa.

A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital identificou como autor do crime Carlos Alberto Marinho de Almeida, conhecido como Camundongo, que se intitulava como responsável pelo ponto de táxi clandestino onde a vítima trabalhava.

Segundo a polícia, Herivelton também teria tentado convencer outros taxistas do local a não aceitarem a cobrança dos milicianos, por considerá-la abusiva. Isso teria motivado o criminoso a executar o motorista, que foi morto a tiros em frente à estação de trem de Madureira. 

Carlos Aberto já teve um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da Capital em março e segue foragido.

A Delegacia de Homicídios informou que as investigações sobre a morte de Herivelton já foram encerradas. Agora, os agentes buscam localizar o miliciano.

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