Rio de Janeiro Visita do Papa: Cabral não teme protestos e diz que segurança e "calor humano" afastarão vândalos

Visita do Papa: Cabral não teme protestos e diz que segurança e "calor humano" afastarão vândalos

Governador confirmou recepção ao pontífice no Palácio Guanabara

Visita do Papa: Cabral não teme protestos e diz que segurança e "calor humano" afastarão vândalos

O governador Sérgio Cabral não se mostrou preocupado com a ameaça de protestos durante a visita do papa Francisco ao Rio de Janeiro, na próxima semana, durante a Jornada Mundial da Juventude. Após confirmar que receberá o pontífice segunda-feira (22) no Palácio Guanabara, ao lado da presidente Dilma Rousseff, Cabral disse que atos de vandalismo não terão vez frente ao esquema de segurança e aos milhares de peregrinos esperados na cidade.

— Confirmo a visita do papa no Palácio [Guanabara], com a Dilma o Michel Temer [vice-presidente] e outras autoridades. Tenho certeza que todos receberão o papa de braços abertos. O clima será de fraternidade, amor e carinho. Se vândalos tentarem prejudicar os eventos, não o farão. Não só pela presença da segurança na cidade, mas também pelo calor humano da população.

Em redes sociais, grupos de manifestantes organizam protestos pela cidade durante o evento religioso. Uma das manifestações seria justamente em frente à sede do governo, no momento da recepção ao papa. A segurança no bairro das Laranjeiras será reforçada.

O esquema divulgado pela Polícia Militar prevê 14 mil agentes nas ruas durante a estada do papa no Rio. Helicópteros, blindados e todos os batalhões foram destacados para assegurar uma passagem tranquila do pontífice.

Além da PM, 10,2 mil militares das Forças Armadas foram convocados. Cerca de 1.300 agentes da Força Nacional de Segurança também estarão no Rio.

Na quinta-feira (19), o general José Alberto da Costa Abreu, coordenador de Defesa de Área do Exército, disse que pessoas mascaradas ou com cartazes relacionados a protestos não poderão circular pelo Campus Fidei, local preparado para receber peregrinos durante a JMJ e onde o papa rezará a missa de encerramento do evento.