São Paulo Acusados de morte de cabelereira irão a júri popular em SP

Acusados de morte de cabelereira irão a júri popular em SP

Ana Beatriz foi morta em dezembro de 2018, enquanto trabalhava. O julgamento ainda não teve data marcada, pois os réus ainda podem recorrer

  • São Paulo | Elizabeth Matravolgyi, da Agência Record

Taylon se passou por um cliente do salão

Taylon se passou por um cliente do salão

Reprodução/Record TV

Três homens irão a júri popular, acusados do assassinato de uma cabelereira no dia 27 de dezembro de 2018, na Vila Campesina, em Osasco, região metropolitana de São Paulo. A data do julgamento ainda não foi marcada, pois cabe recurso.

Taylon Patrick Ferreira Campo, Jefferson de Lima Silva e José Maria da Silva Neto são acusados da participação na morte de Ana Beatriz, companheira de trabalho de Glaucia, esposa de Jefferson.

O crime teria ocorrido após Jefferson contratar Taylon, por R$ 3 mil, para simular um assalto e matar Beatriz. O motivio é que Jefferson suspeitava que sua mulher, Glaucia, estivesse se relacionando com a vítima, sua colega de trabalho. Jefferson é dono do estabelecimento.

No dia do crime, Taylon rendeu clientes e funcionários, levou Beatriz para uma sala, onde pediu a senha do cofre e em seguida atirou nela. O filho de Jefferson, José, ajudou na fuga de Taylon.

A princípio, a polícia investigava a hipótese de latrocínio, mas após Taylon ser preso, a juíza responsável caracterizou o caso como crime por vingança. Glaucia disse à polícia que mantinha um relacionamento com Beatriz e que já tinha pedido a separação ao marido. Ela relatou ainda que já havia sido agredida por Jefferson e acreditava que ele não sabia de seu romance com Beatriz.

Taylon está preso desde março de 2019. Os promotores acreditam que Jefferson e José estejam no estado de Minas Gerais e são considerados foragidos, pois, segundo a juíza, não foi aplicado benefício em que os réus pudessem aguardar o julgamento em liberdade.

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