São Paulo Alesp debate em audiência pública o Orçamento estadual para 2022

Alesp debate em audiência pública o Orçamento estadual para 2022

População pode participar de forma presencial ou virtual. Limite máximo será de 50 pessoas em plenário

Alesp discute nesta quinta (14) o Orçamento 2022 em audiência pública na capital paulista

Alesp discute nesta quinta (14) o Orçamento 2022 em audiência pública na capital paulista

Divulgação / Alesp

A Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) faz nesta quinta-feira (14), a partir das 14h, a última audiência pública sobre o 'Orçamento Estadual de 2022'.

A reunião acontece em formato híbrido (presencial e virtual) e é conduzida pelo presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, deputado Gilmaci Santos (Republicanos).

A população pode participar com sugestões. O cidadão que quiser comparecer presencialmente tem que se cadastrar antecipadamente no site da Alesp. Por causa das restrições sanitárias em razão da pandemia da Covid-19, a entrada é limitada ao máximo de 50 pessoas. O uso de máscara é obrigatório.

Para preencher o formulário, o cidadão deve acessar a aba "Audiências Públicas do Orçamento" no site e seguir as instruções do evento na capital. Outra forma de participar é por meio da plataforma Zoom. O cadastro é obrigatório para acesso ao sistema. Sugestões também podem ser enviadas pelo WhatsApp, pelo número (11) 9 3404 9001.

"A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, num esforço conjunto de todos, levou as audiências públicas para todas as regiões do estado. Com a pandemia, adotamos o formato híbrido, em que todos puderam participar, respeitando as regras locais sanitárias, e virtualmente", afirmou Carlão Pignatari, presidente da Alesp.

Já para o parlamentar Gilmaci Santos, os temas em destaque devem ser educação e segurança "tudo aquilo que nós sabemos que uma grande cidade tem entre os seus problemas".

A capital paulista tem a maior população do país, com cerca de 12 milhões de habitantes. O PIB (Produto Interno Bruto) é de R$ 714 bilhões e ultrapassa o de países como Equador, Uruguai, Paraguai e Bolívia. 

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