São Paulo Após acidente com 41 mortes, Taguaí (SP) decreta luto de três dias

Após acidente com 41 mortes, Taguaí (SP) decreta luto de três dias

Colisão entre caminhão e ônibus já matou pelo menos 41 pessoas, com outros 11 feridos. Governo de São Paulo pede por doadores de sangue 

Acidente ocorreu em trecho de curva sinuosa, depois de tentativa de ultrapassagem

Acidente ocorreu em trecho de curva sinuosa, depois de tentativa de ultrapassagem

ADEMILSON TICO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO FUP20201125188 - 25/11/2020

A prefeitura de Taguaí, no interior de São Paulo, decretou luto oficial de três dias pela morte das 41 pessoas em acidente entre um caminhão e um ônibus que ocorreu na altura do km 171 da pista Norte da rodovia SP 249 Alfredo de Oliveira Carvalho.

Leia mais: Acidente em Taguaí é o mais grave em São Paulo nos últimos 22 anos

"Externamos nossos sinceros sentimentos às famílias, amigos, à empresa e colegas de trabalho destes que se foram. Dia triste", escreveu a gestão, sob responsabilidade do prefeito Jair Cariovaldo Carniato, nas redes sociais.

Por causa da tragédia, o governo estadual de São Paulo montou uma força-tarefa de atendimento psicológico, social e convocou cidadãos a doarem sangue às 11 pessoas que ficaram feridas no acidente, que estão sendo atendidas por hospitais de municípios próximos. Nesta tarde, 33 policiais já doaram sangue.

O governador João Doria também determinou a ida do coordenador da Defesa Civil paulista, Coronel Walter Nyakas Júnior, e dos secretários de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, e de Saúde, Jean Gorinchteyn, ao local do acidente. 

A colisão ocorreu entre as cidades de Taguaí e Taquarituba, na região de Piraju a cerca de 350 quilômetros de distância da capital paulista. O trabalho de resgate dos feridos presos às ferragens foi encerrado por volta de 14h. A via foi liberada por volta das por volta das 15h40.

O ônibus teria tentado ultrapassar outro veículo quando bateu de frente com o caminhão. A rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho está interditada para os trabalhos de resgate. Segundo o tenente Guedes, o ônibus levava funcionários de uma empresa têxtil.

Últimas