São Paulo Assassino de mulher no Metrô de SP já tinha passagem por homicídio

Assassino de mulher no Metrô de SP já tinha passagem por homicídio

Aposentado, de 55 anos, tomava remédios controlados, disse que ouviu vozes e vítima o teria chamado "mulher ou gay"

  • São Paulo | Do R7, com informações da Agência Record

Mulher morre após ser atacada a marretadas em vagão do Metrô de SP

Mulher morre após ser atacada a marretadas em vagão do Metrô de SP

Reprodução/Record TV

O aposentado Luciano Gomes da Silva, de 55 anos, que matou a marretadas Roseli Dias Campos, de 46 anos, em uma estação do Metrô de São Paulo, já possuía passagens anteriores pela polícia pelo crime de homicídio (tentado e consumado) e havia deixado o sistema prisional em junho de 2018, conforme o boletim de ocorrência registrado na Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano).

Ainda de acordo com as informações contidas no documento, o agressor disse aos policiais, após ser preso em flagrante pelo ataque, que fazia uso de medicamento controlado e que vozes diziam que a vítima o havia chamado de "mulher ou gay". Com o acusado, foram encontradas a marreta utilizada no ataque e uma faca de cozinha.

O crime foi praticado por volta das 5h da segunda-feira (26) na Estação Sé, no centro da cidade, dentro de uma composição da Linha 1-Azul, no sentido Tucuruvi.

Os agentes de segurança da estação estavam na plataforma superior quando ouviram uma gritaria que parecia vir do andar inferior, no sentido Jabaquara. Os funcionários foram até ao local e viram um homem sendo agredido por várias pessoas.

Eles foram informados pelos populares que o homem havia agredido uma mulher com marretadas e que ela estava desacordada no piso do vagão.

Uma das testemunhas contou que o aposentado estava em pé e de repente, armado com uma marreta, foi para cima da vítima, que estava sentada. A agressão foi classificada como imprevisível pelos funcionários do Metrô em razão dos relatos de passageiros que presenciaram a cena.

A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do acusado pelo crime se enquadrar na Lei 8072/1990, que classifica crimes hediondos.

Vítima

O corpo de Roseli Dias Campos está no IML (Instituto Médico Legal), onde passou por exames necroscópicos e já está liberado para a família desde a tarde desta terça-feira (27).

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