São Paulo Ataque em Araçatuba (SP): 15 dias depois, mais de 20 estão foragidos

Ataque em Araçatuba (SP): 15 dias depois, mais de 20 estão foragidos

Até agora, nove pessoas foram identificadas e presas pela Polícia Federal, que apura ligação do ato com o PCC

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

Investigadores negociam delação premiada com o nono suspeito preso

Investigadores negociam delação premiada com o nono suspeito preso

Divulgação / DEIC

Mais de duas semanas depois do ataque de uma organização criminosa para assaltar agências bancárias na cidade de Araçatuba, interior de São Paulo, mais de vinte criminosos envolvidos na ação ainda estão foragidos. A informação é do Jornal da Record, da Record TV

Nesta terça-feira (14), o nono suspeito de participar do ataque foi preso na cidade de São Paulo, em operação da Polícia Federal. O homem, porém, não teria participado diretamente da ação, mas guardaria informações úteis sobre o ato. Os investigadores negociam uma delação premiada com ele.

Junto a policiais militares, a PF esteve na manhã desta terça em 20 endereços em cinco cidades diferentes para cumprir mandados de busca e apreensão. Além de Araçatuba, os agentes  vasculharam imóveis em Campinas, Guarulhos, Piracicaba e também na cidade de São Paulo. 

As investigações da Polícia Civil buscam saber se a ação foi orquestrada pela facção criminosa PCC (Primeira Comando da Capital). As apurações indicam que integrantes da organização fizeram parte do assalto.

Na madrugada do dia 30 de agosto, mais de 50 criminosos fortemente armados com fuzis e explosivos atacaram ao menos cinco agências em Araçatuba. O grupo tinha uma caminhonete carregada com explosivos e espalhou as dinamites e granadas pela cidade para impedir a aproximação da polícia e moradores.

O saldo final do ataque foi de três vítimas e cinco pessoas feridas. Uma destas é o jovem Clayton Soares Teixeira, que teve os pés amputados depois de se aproximar de uma das bombas deixadas pelos criminosos. Outra vítima, Lucas Nunes da Silva, continua internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) mas já respira sem a ajuda de aparelhos.

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