Novo Coronavírus

São Paulo Balada em SP com 150 pessoas em ambiente fechado é interditada

Balada em SP com 150 pessoas em ambiente fechado é interditada

Festa ocorria em local sem ventilação e saída de emergência. Proprietário já responde por ter se passado por policial civil

  • São Paulo | Edilson Muniz, da Agência Record

Doze pessoas foram encaminhadas à delegacia após a Polícia Civil fechar uma balada que funcionava com 149 pessoas na zona sul de São Paulo durante a madrugada desta sexta-feira (23). O estado se encontra na fase de transição do Plano São Paulo para conter a covid-19.

A ação foi coordenada pelo Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) do DOPE (Departamento de Operações Policiais Estratégicas) e contou com apoio da Tropa de Choque da Polícia Militar, GER (Grupo Especial de Reação) da Polícia Civil e agentes da Vigilância Sanitária e do Procon.

O local é conhecido como Deluxe Lounge e está localizado na rua Guaicuri, no bairro Cidade Júlia. Quando os policiais chegaram, 149 pessoas estavam no bar, sendo 66 delas sem máscara de proteção.

No local, foi constatado que as pessoas não estavam respeitando o distanciamento social e descumpria o Decreto Estadual para combater a disseminação da covid-19. O local não tinha ventilação, janelas, era extremamente apertado e nem tinha saídas de emergência e extintores.

Local não tinha ventilação, janelas, extintores e nem saída de emergência apesar da aglomeração

Local não tinha ventilação, janelas, extintores e nem saída de emergência apesar da aglomeração

Reprodução / Record TV

Os policiais localizaram diversos jovens consumindo bebidas alcoólicas. Agentes da Vigilância Sanitária, prefeitura e Procon fiscalizaram o local e aplicaram autuações pelo descumprimento das leis vigentes.

No estabelecimento, o grupo de pessoas participava de uma confraternização com as portas fechadas e com som operado por DJ. Foram apreendidos equipamentos de som e cinco máquinas de cartões.

A polícia conseguiu identificar o proprietário do local interditado e verificaram que ele responde por outra denúncia por supostamente se passar por policial civil.

As pessoas foram ouvidas, assinaram um termo circunstanciado e, em seguida, foram liberadas.

Últimas