São Paulo Butantan cria força-tarefa para comprovar qualidade da CoronaVac

Butantan cria força-tarefa para comprovar qualidade da CoronaVac

Com a proibição de pelo menos 25 lotes da vacina pela Anvisa, instituto visa provar eficácia e segurança do imunizante

Butantan cria força-tarefa para provar eficácia da CoronaVac a
 Anvisa

Butantan cria força-tarefa para provar eficácia da CoronaVac a Anvisa

Amanda Perobelli/Reuters

Após a proibição do uso de pelo menos 25 lotes da CoronaVac pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Instituto Butantan criou uma força-tarefa para comprovar a qualidade do imunizante. A primeira reunião sobre a força-tarefa ocorreu nesta segunda-feira (6), onde foram apresentados dados para comprovar a eficácia e segurança da vacina.

O objetivo do grupo é agilizar a liberação dos lotes o mais rápido possível para o PNI (Programa Nacional de Imunizações).

Segundo o governo do estado, os técnicos do Butantan vão continuar em contato com a Anvisa para o envio da documentação sobre a fábrica chinesa, que conta com a certificação de práticas internacionais, conhecido como GMP (Good Manufacturing Practices).

De acorco com o governo paulista, um dos documentos solicitados pela Anvisa, para excepcionalidade de uso dos lotes da vacina, é o relatório de inspeção da autoridade sanitária chinesa (NMPA) que, por questões internas do órgão internacional, não podem ser disponibilizadas diretamente ao instituto.

Por isso, o Butantan pediu que a Anvisa requisite diretamente o documento ao NMPA. O Butantan afirmou que irá acompanhar esse processo de troca de informações entre as agências nacionais.

O Butantan afirmou que, neste momento, é importante reunir esforços para que a avaliação dos lotes bloqueados seja feita o mais breve possível, tendo sempre em vista o compromisso com a saúde pública.

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