Novo Coronavírus

São Paulo Câmara retoma ações presenciais em SP e Alesp amplia rotina virtual

Câmara retoma ações presenciais em SP e Alesp amplia rotina virtual

Vereadores terão de adotar rodízio de funcionários para evitar aglomeração e deputados vão começar a discutir outros temas além do combate à covid-19

Durante a pandemia do coronavírus, as sessões na Alesp ocorrem virtualmente

Durante a pandemia do coronavírus, as sessões na Alesp ocorrem virtualmente

Reprodução / Alesp

Enquanto a Câmara Municipal de São Paulo já se prepara para retomar parte das atividades presenciais, a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) vai permanecer com a rotina virtual, mas pretende ampliar o trabalho, com a realização de reuniões das comissões e os projetos passarão a tramitar conforme prazos previstos no regimento interno.

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Foi publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo, no sábado (30), que a Câmara de Vereadores quer a retomada gradual da prestação dos serviços de forma presencial na Casa. Para isso, as ações serão realizadas com o "quantitativo mínimo de recursos humanos que garanta o funcionamento da unidade, observados os cuidados para evitar o adensamento de pessoas no ambiente de trabalho".

Segundo o documento, caberá às chefias organizar um sistema de alternância ou de rodízio de funcionários. Nos gabinetes, haverá um limite máximo de 20% dos servidores e de 30% dos estagiários ao mesmo tempo. A distribuição física dos trabalhadores terá que respeitar um distanciamento.

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Nos dias em que o servidor estiver dispensado do exercício presencial das atividades, ele deverá cumprir jornada em regime de teletrabalho ou home office. A pessoa não pode se ausentar da cidade onde mora.

É obrigatório o uso de máscara nas dependências da Câmara Municipal de São Paulo e está mantida a restrição de acesso às dependências da Casa.

Já na Alesp, a partir desta segunda-feira (1°), será retomada a rotina normal de trabalho, mas, segundo o presidente da Casa, deputado Cauê Macris (PSDB), "tudo acontecerá em ambiente virtual, para preservar funcionários e parlamentares da covid-19".

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Desde o dia 23 de março, estavam suspensas todas as sessões ordinárias, eventos coletivos e visitações públicas ao Palácio 9 de Julho, para evitar a propagação do novo coronavírus.

As atividades administrativas foram mantidas e um plenário virtual foi criado para "viabilizar a discussão e votação de propostas para auxiliar o Estado de São Paulo no enfrentamento da doença".

Ao longo de quase três meses, os projetos levados a plenário tramitaram em regime de urgência. Com o retorno à rotina normal, todas as propostas terão de cumprir os procedimentos regimentais e as reuniões de comissões serão retomadas.

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