São Paulo Câmera "indiscreta" faz Araraquara criar corregedoria

Câmera "indiscreta" faz Araraquara criar corregedoria

Guardas foram flagrados usando os equipamentos de segurança para observar mulheres 

Câmera "indiscreta" faz Araraquara criar corregedoria

12 guardas acabaram afastados do setor de monitoramento

12 guardas acabaram afastados do setor de monitoramento

Reprodução

A denúncia de que câmeras de segurança eram usadas por guardas municipais para observar mulheres nas ruas fez a Prefeitura de Araraquara anunciar neste início de ano uma série de medidas para evitar novos problemas.

Uma delas é a criação de uma Corregedoria dentro da Guarda Civil Municipal e outra é a mudança da sede da Secretaria de Segurança Pública, que agora ficará no mesmo local onde está a central de monitoramento eletrônico.

O motivo foi o escândalo registrado no mês passado e que derrubou o secretário de Segurança Eli Schiavi. Na ocasião, guardas foram flagrados usando as câmeras para observar mulheres de shorts curtos ou decotes. Eles deixavam de focar imagens do movimento de pessoas e passavam a fazer "closes" em partes íntimas das mulheres que circulavam pelas ruas.

O Ministério Público abriu procedimento para apurar o ocorrido e deu prazo para a investigação da prefeitura. Os envolvidos no caso ainda não foram descobertos, mas 12 guardas acabaram afastados do setor de monitoramento.

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