Caso Lucilene: aumenta para quatro o número de suspeitos investigados

Lucilene Maria Ferrari está desaparecida desde o dia 24 de dezembro quando, de acordo com seu sócio, saiu de casa para celebrar o Natal na casa da irmã

Caso Lucilene: aumenta para quatro o número de suspeitos investigados

Caso Lucilene: aumenta para quatro o número de suspeitos investigados

Reprodução/Record TV

O número de suspeitos de envolvimento no desaparecimento da empresária Lucilene Ferrari aumentou para quatro, de acordo com informações do Cidade Alerta. Depoimentos contraditórios e uma tentativa de acesso a imagens de câmeras de segurança fizeram com que os policiais desconfiassem de outras três pessoas.

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Além do sócio de Lucilene, que continua como principal suspeito, estão na lista a companheira dele, a mãe de santo que Lucilene tentou contatar e o suposto hóspede que tentou acessar gravações do dia do desaparecimento. 

O caso

Lucilene Maria Ferrari está desaparecida desde o dia 24 de dezembro quando, de acordo com seu sócio, saiu de casa para celebrar o Natal na casa da irmã em Descalvado, uma cidade vizinha. A polícia ainda não tem pistas do paradeiro da mulher, que estava apenas com a roupa do corpo e R$1.550 no bolso.

O sócio de Lucilene foi quem registrou seu desaparecimento, no dia 27 de dezembro, na Delegacia de Porto Ferreira. Na época, ele contou ao R7 que Lucilene foi vista nas imediações da rodoviária da cidade. Porém, Lucilene não apareceu em Descalvado e não entrou em contato com nenhum familiar ou amigo desde então. Ela deixou dois celulares em casa.

A família da vítima acredita que o suspeito traía Lucilene e que, ao descobrir, a vítima teria seguido o sócio e possível companheito. Os familiarem afirmam que outras testemunhas presenciaram uma briga entre os dois no local por volta das 19h do dia do desaparecimento.

Um hóspede, que preferiu não ser identificado, conta que ficou no hotel por quatro dias a partir da madrugada do dia 25 e que, durante sua estadia, notou um comportamento estranho do sócio. Ele afirma ter visto o homem lavando o quintal dos fundos da casa por pelo menos duas vezes no período.

Esse hóspede era um dos álibis do suspeito, que afirmou estar no hotel por volta das 19h do dia 24, esperando a chegada do homem e que o combinado era realizar o check-in às 21h. Porém, o hóspede contou que, na verdade, havia marcado para chegar na madrugada no dia 25.