São Paulo Em nota, Cásper diz que instaurou sindicância para investigar suposto caso de transfobia

Em nota, Cásper diz que instaurou sindicância para investigar suposto caso de transfobia

Instituição de ensino diz que decisão de expulsar o jovem foi difícil, mas necessária

  • São Paulo | Do R7

Cásper vai investigar caso de Samuel Silva

Cásper vai investigar caso de Samuel Silva

Reprodução/ Facebook

Depois da polêmica envolvendo a faculdade Cásper Líbero com suposto caso de transfobia, a instituição se posicionou por meio de nota dizendo que “instaurou uma sindicância para investigar o caso envolvendo o aluno Samuel Silva”.

A confusão com o jovem começou quando ele disse ter sido prejudicado durante uma prova. Ele e a professora tiveram uma briga, que o estudante alega ter relação com preconceito. A briga foi além e acabou até com agressão a um dos professores da faculdade, que é coordenador do curso de publicidade e propaganda.

A direção da faculdade diz que “durante este período, foram ouvidas todas as partes envolvidas no incidente, assim como as demais áreas competentes da Fundação para a tomada de decisão”.

Ainda em nota, a faculdade diz que “sempre recebeu de braços abertos a todos os que a ela acorrem” e afirma que, no caso do aluno, ele também foi recebido da mesma forma. A instituição diz que usava o nome social do jovem e que a direção recomendou que todos os funcionários dessem “a devida atenção às condições do aluno”.

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Porém, a Cásper diz que as informações divulgadas pelo aluno são desencontradas e que ele faz ameaças contra a instituição, propagando um “discurso de vingança”. A faculdade diz que não pode aceitar “esse tipo de intimidação” e que, por conta disso, teve que expulsar o jovem.

A instituição registrou um boletim de ocorrência na 78º Distrito Policial (Jardins) e afirmou que a agressão foi confirmada por testemunhas.

Por fim, a instituição diz que “decisões como esta são sempre difíceis, mas necessárias para assegurar que a Cásper Líbero continue sendo um ambiente acolhedor e respeitoso”. Além de expulsar o jovem, a faculdade também demitiu a professora envolvida no caso e suspendeu o coordenador do curso.

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