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São Paulo Em SP, profissionais da Educação protestam contra volta às aulas

Em SP, profissionais da Educação protestam contra volta às aulas

Categoria afirma que há riscos de contaminação dos funcionários e pede vacinação em massa e testagem de alunos e professores 

  • São Paulo | Do R7

Profissionais da Educação protestam contra volta às aulas em frente à Prefeitura de SP

Profissionais da Educação protestam contra volta às aulas em frente à Prefeitura de SP

Divulgação / Sindsep

Profissionais da Educação protestam em frente à sede da Prefeitura de São Paulo na manhã desta segunda-feira (12), data em que foram retomadas as aulas presenciais nas escolas da capital paulista. 

Segundo o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo), servidores estão em greve há 62 dias e relatam os riscos da retomada das aulas na rede municipal de Ensino em meio ao agravamento da pandemia.

Faixas foram colocadas no viaduto do Chá, na região central, pedindo a vacinação de todos contra a covid-19 e a suspensão das aulas.

De acordo com o Sindsep, trabalhadores da Educação, como supervisão, gestores, quadro de apoio, professores, analistas de CEU, profissionais terceirizados e mães do POT (Programa Operação Trabalho) correm risco de contaminação pelo coronavírus.

O prefeito Bruno Covas (PSDB) determinou a volta às aulas presenciais a partir desta segunda-feira, com respeito aos 35% da capacidade máxima de alunos nas escolas. A cidade está na fase vermelha do Plano São Paulo.

Para o sindicato, a prefeitura deve promover a vacinação de todos nas escolas, fazer a testagem RT-PCR periódica em professores, funcionários e estudantes, garantir máscaras PFF2/N95 e escudos faciais de proteção, fazer mudanças estruturais para ventilação nas salas de aula e ampliar o número de profissionais para limpeza e organização escolar. O Sindsep também denuncia o corte do ponto dos trabalhadores da educação grevistas.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que a recomendação é de que as escolas deem prioridade aos alunos que são filhos de trabalhadores essenciais, uma vez que os responsáveis não poderão ficar em casa com as crianças. Já os professores em grupos de risco para a covid-19 permanecem em ensino remoto.

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