São Paulo Em voo, bombeiros avaliam área queimada na Serra da Mantiqueira

Em voo, bombeiros avaliam área queimada na Serra da Mantiqueira

No 5º dia de combate às chamas, bombeiros verificam tamanho da área prejudicada, relevo do terreno atingido e definem estratégia de atuação

  • São Paulo | Do R7

Bombeiros se reúnem para definir estratégia para combater fogo em Serra Fina

Bombeiros se reúnem para definir estratégia para combater fogo em Serra Fina

Divulgação Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros de São Paulo afirmou que realiza, na manhã desta terça-feira (21), um voo de avaliação para verificar a extensão da área queimada em Serra Fina, na Serra da Mantiqueira, na divisa paulista com Minas Gerais. O combate ao incêndio segue hoje pelo 5º dia consecutivo. 

"Neste momento, o Comandante da Operação, o tentene coronel PM Camargo Junior, está realizando o voo de avaliação diário para verificar a extensão da área queimada, situação do incêndio, relevo do terreno atingido e definição da estratégia do dia."

Desde às 7h desta terça-feira (21), as equipes do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo se reuniram no Posto de Comando, localizado na Escola de Educação Físicade Cruzeiro, com 35 bombeiros militares para reinício das atividades de combate às chamas.

Desde a última sexta-feira (17), as chamas consomem uma extensa área vegetal da Serra Fina, pico mais alto de São Paulo e o quarto do Brasil, com 2.798 metros de altitude, que integra a Serra da Mantiqueira.

Como é impossível a ação por terra, são usados os helicópteros e os aviões, com o Bambi Bucket, uma espécie de grande balde para pegar água de um lago próximo e levá-la até o incêndio.

Na manhã desta segunda-feira (20), as equipes mapearam o local para que, de forma segura, 40 bombeiros reiniciem os trabalhos de combate às chamas. Até o momento não se sabe como o fogo começou e ninguém ficou ferido.

Origem do incêndio

O incêndio teve origem em território mineiro e na sexta-feira atingiu a área paulista. Os bombeiros instalaram um posto de comando na cidade de Cruzeiro, no campo da Faculdade de Educação Física.

A partir de lá, as equipes são transportadas no helicóptero Águia da Polícia Militar  até a região do incêndio. O acesso por terra só é possível a partir do território mineiro e leva cerca de dois dias de caminhada, segundo a corporação.

Com o aumento do efetivo em operação, foram disponibilizados dois helicópteros em tempo integral para apoio: um Águia e um Augusta destinado ao transporte da tropa.

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