São Paulo Ísis Helena: Justiça deve definir ainda este mês se mãe vai a júri

Ísis Helena: Justiça deve definir ainda este mês se mãe vai a júri

A partir do próximo dia 9, promotoria, assistente de acusação e a defesa terão prazo para se pronunciar antes da decisão do juiz

Mãe é acusada de matar criança

Mãe é acusada de matar criança

Reprodução/Record TV

Após a primeira audiência do caso Ísis Helena, que julga a mãe Jennifer Natalia Pedro de ter matado a filha de 1 ano e 10 meses, que aconteceu nesta quinta-feira (3), no Fórum de Itapira, no interior de São Paulo, ficou definido que ainda este mês deve ser decidido se a mulher vai ser julgado pelo júri popular.

A partir do próximo dia 9, a promotoria terá cinco dias para se pronunciar, depois mais cinco dias para pronunciamento do assistente de acusação e, por fim, mais cinco dias para defesa. Somente depois o juiz deve decidir se o caso vai pra júri.

Jennifer está presa desde abril, depois de ter avisado a polícia onde estava enterrado o corpo da menina. Jennifer chegou a confessar que a criança teria sofrido uma convulsão e se asfixiado com o próprio leite.

Ainda de acordo com essa versão, ela não sabia o que fazer e colocou o corpo dentro de uma mochila e o levou até o local de mata, onde foi enterrado. Então ela foi presa.

Dias depois de ser detida, a suspeita admitiu que gostava de sair para se divertir com os amigos, era usuária de entorpecentes e que tinha o costume de deixar os filhos — além de Ísis, a mulher tem um menino, de três anos — sozinhos com a avó.

No dia anterior à morte de Ísis, ela teria saído com amigos e voltado para casa por volta de meia-noite. Jennifer teria alimentado a filha, dado o remédio e ido dormir. Mais tarde, ofereceu novamente uma mamadeira para a criança e voltou para a cama. Por volta de 6h, ela acordou e percebeu que a filha não estava bem. Porém, em vez de pedir ajuda, decidiu se livrar do corpo da menina.

Posteriormente, a mulher voltou atrás da versão e disse que apanhou de outras detentas e decidiu falar para não morrer. No fim, negou de novo ter participação no crime, levando a hipótese de que o corpo encontrado não é da menina Isis. No entanto, o exame de DNA comprovou a identidade da bebê.

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