São Paulo Merendeiras da educação de SP denunciam falta de salários

Merendeiras da educação de SP denunciam falta de salários

Terceirizadas da rede municipal dizem que não recebem há dois meses e que levam produtos de casa para alimentar os estudantes

  • São Paulo | Laura Augusta*, da Agência Record

Prefeitura informou que está tomando as medidas para rescindir o contrato com empresa

Prefeitura informou que está tomando as medidas para rescindir o contrato com empresa

Rovena Rosa/Agência Brasil - 15.09.2021

Funcionárias terceirizadas responsáveis pela merenda na rede municipal denunciam pela segunda vez em menos de um mês a falta de recebimento de salários e de benefícios, nesta sexta-feira (03).

Elas iniciaram uma greve no dia 17 de novembro pelo mesmo motivo. A denúncia é contra a empresa Singular, que fornece o serviço para as escolas da Prefeitura da capital.

Em depoimentos postados nas mídias sociais, advogados, pais de alunos e professores afirmam que as merendeiras estão levando produtos de casa para alimentar os estudantes durante o período letivo em escolas administradas pela DRE (Diretoria Regional de Educação) de São Miguel, na Zona Leste, e do Ipiranga, da Zona Sul.

De acordo com as denúncias, as unidades escolares interromperam as aulas nesta quarta-feira (01), e as funcionárias estão sem receber os salários há pelo menos dois meses. Além da falta de pagamento, as merendeiras afirmam que não recebem o vale-transporte e o vale-refeição. Tampouco o 13º salário.

A SME (Secretaria Municipal de Educação) informou que está tomando as medidas administrativas e juídicas necessárias para rescindir o contrato com a prestadora de serviços. A Record TV tentou entrar em contato com a empresa Singular, mas não obteve resposta.

*Estagiária da Agência Record, sob supervisão de Letícia Dauer

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