Novo Coronavírus

São Paulo Ministério da Saúde diz que 344 mil deixaram de tomar 2ª dose em SP

Ministério da Saúde diz que 344 mil deixaram de tomar 2ª dose em SP

Governo federal faz apelo para quase 1,5 milhão de pessoas aptas para a 2º dose da vacina contra a covid-19 procurem os postos 

  • São Paulo | Do R7, com informações da Agência Record

Drive-thru para a vacinação de idosos montado no Memorial da América Latina

Drive-thru para a vacinação de idosos montado no Memorial da América Latina

Governo do Estado de São Paulo - 19.03.2021

O Ministério da Saúde calcula que quase 344 mil pessoas deixaram de tomar a segunda dose das vacinas contra a covid-19 no estado de São Paulo, conforme informação divulgada pela pasta nesta terça-feira (13).

Ao todo, 343.912 paulistas estão aptos, mas não tomaram o reforço da Coronavac. Outras 13 não tomaram a segunda dose do imunizante Oxford/AstraZeneca.

De acordo com o órgão federal, as pessaoas que perderam o prazo estabelecido no cartão de vacinação para o reforço da vacina contra a covid-19 devem procurar uma unidade de saúde e tomar a segunda dose.

Apelo

No país, pouco mais de 1,5 milhão de brasileiros devem comparecer aos postos de vacinação para a segunda aplicação, afirmou a pasta em apelo feito pelo ministro Marcelo Queiroga e pela coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Francieli Fantinato.

"Destaco aqui que, mesmo que vença o prazo, a recomendação do Programa Nacional de Imunizações é que elas completem o esquema. Então, quem atrasou e não conseguiu ir com 28 dias de intervalo da Coronavac, ou aquelas que não conseguiram ir com 84 dias da vacina AstraZeneca, devem comparecer para completar o esquema", enfatizou Francieli.

Busca por vacinas

Já o ministro Queiroga destacou a dificuldade mundial na aquisição de doses de imunizantes e pontuou que o Brasil já é o 5º país que mais vacina e o 9º no ranking global por 100 mil habitantes.

"A capacidade vacinal do PNI é de 2,4 milhões de doses por dia, isso sem contar estratégias adicionais. A gente até poderia prolongar o horário de funcionamento das salas de vacinação. Por que não fazemos isso? Porque não temos vacinas suficientes", frisou.

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