Coronavírus

São Paulo Na pandemia, casos de falta de luz por queda de pipa aumentam 50%

Na pandemia, casos de falta de luz por queda de pipa aumentam 50%

Das 24 cidades da região metropolitana atendidas pela Enel, São Paulo lidera com 2.361 ocorrências (62%), seguida por Osasco, com 133 casos

REUTERS/Ueslei Marcelino/09.01.2013

Com as crianças passando mais tempo em casa durante a pandemia, o número de registros de falta de energia provocados por quedas de pipa na rede elétrica aumentaram 50,8%  entre janeiro e novembro de 2020, na comparação com 2019, de acordo com a Enel. A empresa atende 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital.

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A companhia registrou 3.375 casos neste ano. No mesmo período do ano passado, foram registrados 2.238 ocorrências. Segundo a Enel, os meses de maior número de ocorrência foram em maio e julho, período que coincide com os avanços da pandemia do novo coronavírus, quando a população passou há ficar mais tempo em casa, devido às medidas de isolamento social.

Os municípios com mais casos de interrupções no fornecimento por episódios com pipas este ano foram as cidades de São Paulo, com 2.361 ocorrências - 62% do total -, seguido por Osasco, com 133 casos, 111 em Carapicuíba, 101 em Mauá e 90 em Santo André.

O número de tempo de interrupção – período sem eletricidade – subiu 133% em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a novembro de 2019, ocorrências com pipas deixaram clientes por mais de 18 mil horas sem luz. Em 2020, esse total passou para 42 mil horas. Ainda segundo a Enel, esse aumento condiz com o aumento nas ocorrências.

Individualmente, cada cliente ficou 27% mais tempo sem luz, cerca de pouco mais de sete minutos. No mesmo período de 2019, esse número era de cerca de seis minutos.

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