violência contra a mulher
São Paulo ONG atende mulheres vítimas de violência no Terminal Jabaquara 

ONG atende mulheres vítimas de violência no Terminal Jabaquara 

Programa Bem Querer Mulher conta com dois centros de apoio à vítimas de violência doméstica, que oferecem apoio social e assessoria jurídica   

ONG atende mulheres vítimas de violência no terminal Jabaquara, em SP

Ação também ocorreu nesta segunda (3), no Terminal Santo André

Ação também ocorreu nesta segunda (3), no Terminal Santo André

Divulgação/ EMTU

Os agentes da ONG Bem Querer Mulher vão atender as mulheres vítimas de violência no Terminal Jabaquara, zona sul de São Paulo. O atendimento acontecerá das 10h às 14h desta terça-feira (4).

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Em parceria com o EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), que cedeu o espaço do terminal, a ação tem como propósito reencaminhar as vítimas para atendimento completo dentro dos centros de apoio do projeto Bem Querer Mulher. A ONG, fundada em 2004 com o apoio da ONU Mulheres, tem como propósito combater a violência contra a mulher no Brasil.

Uma vez dentro das instituições de apoio, a mulher que busca ajuda terá assessoria jurídica e apoio psicológico com os especialistas das unidades, localizadas no bairros Jabaquara e Itaim Paulista.

Jandayara Alves, coordenadora social do Bem Querer Mulher, que trabalha no centro localizado no Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo, contou sobre a metodologia utilizada pelo programa no atendimento às mulheres. "Nosso foco é o acolhimento, empoderando da mulher de todas as formas, para então começarmos a pedir seus direitos", afirmou Jandayara.

A coordenadora social do projeto relatou que, depois do processo de acolhimento, a ONG auxilia em todos os procedimentos jurídicos e serviços que uma mulher vítima de violência doméstica pode precisar. Ela explicou que a mulher que busca ajuda nestes casos sofre com "vários tipos de vulnerabilidade”.

Por isso, o projeto auxilia a vítima, além de possíveis denúncias contra os agressores, em outros requerimentos como pedido de pensão, assistência social, acompanhamento médico-hospitalar e abrigo, de acordo com Jandayara.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Ana Vinhas