São Paulo PM encontrado em carroça estaria embriagado, dizem testemunhas

PM encontrado em carroça estaria embriagado, dizem testemunhas

Daniel Alves de Lima teria consumido bebida alcoólica em um bar no bairro da República, no centro de SP. Depois, teria saído para comprar drogas

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

PM cujo corpo foi encontrado em carroça estaria embriagado

PM cujo corpo foi encontrado em carroça estaria embriagado

Reprodução/Record TV

Testemunhas ouvidas pela polícia afirmaram na terça-feira (21) que o policial cujo corpo foi encontrado em uma carroça no centro de São Paulo estaria embriagado e procurava um local para consumir drogas antes de desaparecer. A polícia no entanto ainda não confirma a informação até o momento.

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Daniel Alves de Lima, 32 anos, teria consumido bebida alcoólica em um bar no bairro da República, no centro de São Paulo. Depois, teria afirmado que queria comprar drogas para consumo pessoal e em seguida teria saído pelas ruas da região. 

O último contato com os amigos teria ocorrido às 21h40. Segundo os depoimentos, ele teria vindo para São Paulo para comprar bíblias e não para evangilizar usuários de drogas. Quatro pessoas foram presas, entre elas, o responsável pela carroça. 

Duas pessoas foram ouvidas na terça-feira (20) e um depoimento está previsto para esta quarta-feira (21). 

Investigação

A polícia investiga as circunstâncias que envolvem a morte de um policial militar encontrado em uma carroça levada por quatro catadores no centro de São Paulo, nesta segunda-feira (19). Ainda não se sabe se os catadores tem participação na morte do agente ou se apenas foram pagos para transportar o corpo.

O PM, que era morador de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, foi visto pela última vez na região da República, no centro da capital, na sexta-feira (16). O corpo foi identificado por meio de impressão digital.

O solado Daniel Alves de Lima tinha 32 anos e, segundo amigos, realizava trabalhos sociais na região da Cracolândia. Os suspeitos foram parados quando seguiam em direção à marginal Tietê, onde possivelmente descartariam o cadáver no rio, de acordo com os investigadores.

Os quatro homens foram detidos e alegaram que receberam uma quantia em dinheiro para descartar todo o material que estava na carroça. Eles afirmaram ainda que não sabiam que carregavam um corpo.

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