São Paulo Polícia apura assassinato de chefe de investigadores em São Paulo

Polícia apura assassinato de chefe de investigadores em São Paulo

Jorge Queirós, de 58 anos, trabalhava em uma delegacia na zona leste da cidade. Ele estava de folga quando foi abordado no carro e levou um tiro

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

A polícia apura as circunstâncias da morte de um chefe de investigação de uma delegacia da zona leste de São Paulo. Jorge Queirós, de 58 anos, estava de folga no domingo (25), quando foi assassinado. A primeira suspeita era que ele tivesse reagido a uma tentativa de assalto. Mas a polícia trabalha com a possibilidade de execução, uma vez que, antes de atirarem, os criminosos teriam perguntado ao investigador se ele era policial.

Jorge Queirós, investigador assassinado em São Paulo

Jorge Queirós, investigador assassinado em São Paulo

Reprodução/Record TV

Jorge estava de carro na saída de um um restaurante quando dois homens abordaram o investigador. A polícia acredita que a dupla faz parte de um grupo especializado em roubos de carros de luxo e importados, na zona leste de São Paulo, que havia roubado na mesma região um utilitário de uma família naquele dia. 

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Em uma imagem de câmera de segurança é possível ver o momento em que o investigador chega com o carro e sai para conversar com o dono do restaurante. Em seguida, aparecem dois homens, que atiram quando descobrem que Jorge é policial. Eles saem correndo.

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Há muitos detalhes que ainda precisam ser esclarecidos para que se tenha certeza de que o que ocorreu foi mesmo uma tentativa de assalto seguida de morte. Como os criminosos desconfiaram que jorge era policial é um desses detalhes. Mas a investigação corre rápido. Entre os vídeos obtidos pelos investigadores, um mostraria os suspeitos em fuga e entrando e um carro.

A polícia informou já ter a identidade de um dos criminosos. Na manhã desta segunda-feira (26), foi localizado um veículo usado pelos dois suspeitos para fugir da cena do crime, na Avenida Engenheiro João Batista Araña, em Artur Alvim, na zona leste de São Paulo. Uma terceira pessoa dirigia o veículo. Segundo informações preliminares, o carro está legalizado, mas tinha comunicação de venda há um tempo.

O corpo de Jorge foi sepultado nesta segunda-feira (27).

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