São Paulo Polícia de São Paulo fecha cassino clandestino no Alto de Pinheiros

Polícia de São Paulo fecha cassino clandestino no Alto de Pinheiros

Operação faz parte das ações do comitê "blitz" do governo de SP que atua para fechar festas e eventos que gerem aglomerações

  • São Paulo | Edilson Muniz e Rodrigo Balbino, da Agência Record

Polícia fecha cassino clandestino em bairro nobre de São Paulo com pelo menos 25 pessoas

Polícia fecha cassino clandestino em bairro nobre de São Paulo com pelo menos 25 pessoas

Divulgação Polícia Civil SP

Equipes da Polícia Civil fecharam um cassino clandestino na avenida Professor Fonseca Rodrigues, número 197, no Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste de São Paulo, no fim da noite da quarta-feira (14). O local é um espaço de eventos da alta sociedade paulistana conhecida como Casa Panamericana.

A operação faz parte das ações do comitê "blitz", elaborado pelo Governo do Estado de São Paulo que conta com o apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos "Garra" e do Departamento de Operações Especiais de Polícia "Dope", além de profissionais da Vigilância Sanitária e Procon.

De acordo com o delegado Eduardo Brotero, coordenador do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE), o dono do cassino foi identificado como o mesmo proprietário dos locais onde a polícia fechou no Itaim Bibi no dia 15 de março e da Vila Olímpia, dia 14 de março, em que o jogador Gabriel Barbosa foi localizado.

O intuito dessas operações é combater festas clandestinas e aglomerações com o objetivo de conter a proliferação do contágio do novo coronavírus. Na chegada das equipes, foi constatada a presença de pelo menos 25 pessoas. Muitas delas não usavam máscaras de proteção facial.

A porta que dava acesso à sala das jogatinas era reforçada. O local contava com mesas de jogos e roletas, além de muitas garrafas de bebidas alcoólicas. Até o momento a polícia não informou quais foram as autuações no estabelecimento, tampouco o número de detidos na operação.

O caso está sendo registrado no 14° DP de Pinheiros pela equipe da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências (CERCO) da 3ª Seccional.

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