São Paulo Polícia de SP faz operação contra crimes de fraudes em redes sociais

Polícia de SP faz operação contra crimes de fraudes em redes sociais

Suspeitos compram chips, fazem o download do WhatsApp, colocam a foto da vítima de perfil e invadem o aparelho para roubar os contatos

  • São Paulo | Edilson Muniz, da Agência Record

Suspeitos usam redes sociais para aplicar golpes e roubar contatos de vítimas

Suspeitos usam redes sociais para aplicar golpes e roubar contatos de vítimas

Divulgação/Pixabay

A Polícia Civil cumpre, nesta quarta-feira (14), mandados de busca e apreensão em uma nova fase da Operação Peregrino, que apura crimes de fraudes em redes sociais para aplicação de golpes.

De acordo com o DOPE (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), somente em São Paulo, serão cumpridos cinco mandados de busca e apreensão com o apoio da polícia civil do município de Itatiba.

Os suspeitos compram chips, fazem o download do WhatsApp, colocam a foto da vítima de perfil e invadem o aparelho para roubar os contatos.

Com os dados da vítima, os criminosos mandam mensagens para os contatos dizendo que estão com algum problema e precisam de ajuda e pedem que depositem dinheiro na conta, achando que vai para o amigo ou familiar.

Serão apreendidos eletrônicos e celulares nos endereços, podendo ocorrer prisões em flagrante. Além do estado paulista, serão cumpridos mandados também nos estados do Pará e de Goiás.

Os policiais deixaram a sede da Polícia Civil, no centro de São Paulo, por volta das 5h. Serão cumpridos 40 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão em Goiânia, além dos 5 mandados de busca e apreensão em Itatiba.

Ao todo, participam da operação 136 policiais civis e 47 viaturas. Dentre eles, são 16 policiais da Divisão de Capturas do DOPE e 6 viaturas.

Investigação

Em julho deste ano, durante um cumprimento de mandado de prisão e busca e apreensão, foram localizados 793 chips, de diversas operadoras.

Após investigações do setor de inteligência, a polícia chegou a uma organização criminosa, a maioria dos integrantes reside em Goiânia. As contas bancárias eram utilizadas por eles, e também por integrantes localizados no município de Itatiba, e na capital.

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