São Paulo Por falta de UTI, Ribeirão Preto (SP) volta a adotar medidas restritivas

Por falta de UTI, Ribeirão Preto (SP) volta a adotar medidas restritivas

Supermercados da região no interior paulista poderão funcionar somente com sistema de entregas a domicílios até segunda (31)

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

Restaurante fechado em Ribeirão Preto

Restaurante fechado em Ribeirão Preto

Reprodução/Record TV

Para conter o avanço do coronavírus, 16 municípios da região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, adotaram medidas restritivas nesta semana. As novas regras, no entanto, causam preocupação nos comerciantes, que vão à Justiça para pedir a liberação do atendimento presencial.

Até a próxima segunda-feira (31), os supermercados de Ribeirão Preto estarão fechados e as compras devem ser feitas por funcionários, que realizam o serviço de entrega. 

A Associação Paulista de Supermercados também foi à Justiça pedir para que seja liberado o atendimento presencial nas cidades do Estado onde voltaram a apertar as restrições no comércio.

Além dos supermercados, a região proibiu o funcionamento de lojas de rua de shoppings nesse período de maior restrição contra o avando do coronavírus. O O transporte público também está suspenso.

As cidades adotaram as novas regras por causa da falta de leitos de UTI (unidades de terapia intensiva). No município de Ribeirão Preto, por exemplo, a ocupação dos hospitais passa de 90%.

Variante

Para tentar conter da variante indiana no Estado de São Paulo, barreiras sanitárias começaram a ser adotadas nesta quinta-feira (27) no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

A ação ocorre na lateral esquerda nas proximidades da área de desembarque do aeroporto, das 7h às 23h.

Quem for identificado com sintomas de covid-19 será encaminhado imediatamente de ambulância para a UBS (Unidade Básica de Saúde) Jardim Aeroporto - Doutor Massaki Udihara.

Dois terminais rodoviários também instalaram barreiras sanitárias na terça-feira (25), e 129 passageiros foram abordados.

Um ônibus que chegou de Belém com dez passageiros no Terminal Rodoviário do Tietê, zona norte de São Paulo, tinha dois viajantes que haviam passado pelo Maranhão, e preencheram um check-list de perguntas. Eles também mediram as respectivas temperaturas e não apresentaram sintomas ou histórico de contato com pessoas com sintomas gripais.

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