Tiroteio em Suzano
São Paulo Presos mais 2 suspeitos de ligação com ataque à escola de Suzano (SP)

Presos mais 2 suspeitos de ligação com ataque à escola de Suzano (SP)

De acordo com informações passadas pelo distrito policial da cidade, os suspeitos foram localizados na zona leste de São Paulo

Ataque em Suzano

Polícia Civil prende dois suspeitos de vender munições para os assassinos

Polícia Civil prende dois suspeitos de vender munições para os assassinos

Reprodução/Record TV

A Polícia Civil prendeu mais dois homens suspeitos de envolvimento na venda de armas e munições para os jovens responsáveis pela chacina na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, a 80 km da capital paulista, ocorrido no 13 de março passado. As detenções ocorreram na manhã desta quinta-feira (11).

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De acordo com informações passadas pelo distrito policial central da cidade, os suspeitos foram localizados na zona leste de São Paulo. Eles prestam depoimento aos policiais e, posteriormente, devem permanecer presos. 

Ambos se juntam a outro homem, detido na tarde da última quarta-feira (10), apontado com o fornecedor da arma usada por Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25. 

O suspeito, um funileiro que foi detido em casa, situada na zona rural de Suzano, teve prisão temporária decretada pela Justiça por 30 dias. Ele deverá responder por homicídio com dolo eventual, porque poderia ter previsto o crime.

Os investigadores analisaram os computadores e os telefones celulares dos atiradores. Nos equipamentos, foram encontrados registros de toda a negociação pela arma utilizada pelos assassinos.

Todos os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia Central de Suzano. O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e acompanhado pelo Ministério Público de São Paulo.

Um adolescente de 17 anos, apontado pela polícia como um dos mentores intelectuais do massacre, também foi apreendido. O jovem trocava mensagens pelo celular com Guilherme e Luiz Henrique.

Planejamento do crime

Guilher e Luiz Henrique planejaram o massacre durante um ano. Neste período, a dupla comprou a armas e munições pela internet. Eles também frequentaram aulas de tiros.

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