São Paulo Professores protestam contra aumento da Previdência em SP

Professores protestam contra aumento da Previdência em SP

Categoria pressiona vereadores para rejeitar o projeto de lei 621, que propõe mudanças na Previdência de funcionários de São Paulo

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Professores acampam em frente à Câmara dos Vereadores em São Paulo

Professores acampam em frente à Câmara dos Vereadores em São Paulo

DARIO OLIVEIRA / ESTADÃO CONTEÚDO

Um grupo de professores está acompado em frente à Câmara dos Vereadores de São Paulo, na Bela Vista, região central de São Paulo, desde a madrugada desta quarta-feira (14). A greve teve início no dia 8 de março em protesto contra o aumento da contribuição previdenciária.

O grupo convocou uma manifestação e assembleia em frente à Câmara Municipal de São Paulo para a tarde da quinta-feira (15). Segundo o Sindicato dos Profissionais em Educação do Ensino Municipal, a decisão de iniciar a greve ocorreu durante assembleia no dia 19 de fevereiro.

"Todos servidores, ativos e aposentados, de todas as secretarias, estão no mesmo barco. Não podemos aceitar os argumentos do governo de que, para cobrir um suposto déficit da Previdência, é preciso aumentar a contribuição para o Iprem e ainda criar uma contribuição suplementar. Estas medidas são um verdadeiro confisco aos nossos salários", disse Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem.

O Projeto de Lei 621/2016, proposto pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), propõe a elevação da contribuição previdenciária de 11% para 14%, além da instituição da contribuição suplementar, com descontos de 1% a 5%, dependendo do salário do servidor, segundo o nota divulgada pelo Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação do Ensino Municipal de São Paulo). A primeira votação do projeto pelos vereadores está prevista para ocorrer entre os dias 20 e 23 de março e a segunda entre os dias 26 e 28 de março.

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