Novo Coronavírus

São Paulo Protesto contra João Doria pede fim de 'quarentena' em São Paulo 

Protesto contra João Doria pede fim de 'quarentena' em São Paulo 

Grupo de manifestantes criticou a prorrogação das medidas de isolamento social no estado, nesta sábado (18), em carreata pelas ruas da capital paulista 

  • São Paulo | Laura Lourenço, da Agência Record

Protesto critica ampliação de 'quarentena' no estado de São Paulo

Protesto critica ampliação de 'quarentena' no estado de São Paulo

BRUNO ROCHA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Um grupo de manifestantes fez uma carreata, neste sábado (18), em São Paulo, contra o decreto do governador João Doria que estabeleceu a 'quarentena' como medida de combate à pandemia de covid-19 — doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com a Polícia Militar, o ato foi pacífico. 

Os participantes, que pediram o fim da prorrogação das ações de isolamento social até o dia 10 de maio, acreditam que elas estariam prejudicando a economia do Brasil, já que São Paulo é responsável por 10,6% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. 

Manifestantes pediram a retomada de atividades 'não essenciais'

Manifestantes pediram a retomada de atividades 'não essenciais'

Arquivo Pessoal

A concentração começou por volta das 12h, em frente à Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), em Moema, na capital paulista. Na sequência, o grupo seguiu para a Marginal Pinheiros, próximo à avenida Jornalista Roberto Marinho, e o encerramento estava previsto para acontecer na Avenida Paulista agora no fim da tarde. 

'Quarentena' em SP

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou na sexta-feira (17) a prorrogação da quarentena no estado até o dia 10 de maio, como medida de contenção contra o avanço do coronavírus. O término do isolamento estava previsto para o dia 22 de abril, próxima quarta-feira.

As medidas começaram em todos os 645 municípios paulistas em 24 de março, na tentativa de reduzir a transmissão do novo coronavírus.

Em entrevista coletiva, no Palácio dos Bandeirantes, João Doria justificou a decisão como forma de "evitar o colapso" dos sistemas de saúde público e privado.

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