São Paulo Protestos por moradia interditam diferentes vias da cidade de SP

Protestos por moradia interditam diferentes vias da cidade de SP

Atos organizados pelo MTST reivindicam auxílio emergencial e emprego aos brasileiros durante a crise da pandemia

  • São Paulo | Isabelle Gandolphi e Letícia Dauer, da Agência Record

Protesto por moradia e auxílio emergencial interdita diferentes vias de São Paulo

Protesto por moradia e auxílio emergencial interdita diferentes vias de São Paulo

Divulgação / MTST

Integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) realizam atos na capital paulista na manhã desta sexta-feira (7) com bloqueio de vias. Segundo a Polícia Militar, os manifestantes estão em três pontos da cidade: região oeste, centro e sul.

O movimento reivindica moradia, auxílio emergencial e emprego aos brasileiros durante a pandemia do novo coronavírus.

O primeiro acionamento foi às 7h18 para a avenida Vital Brasil, altura do número 427, no Butantã, zona oeste de São Paulo. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego, a via está totalmente ocupada.

O segundo chamado foi às 7h35 para o cruzamento avenida Presidente Tancredo Neves com a rua Malvina Ferrara Samarone, na Vila Nair, zona sul. De acordo com a PM, segundo os solicitantes, motociclistas estariam impedindo a passagem de outros motoristas.

Às 7h50, o bloqueio foi feito no cruzamento da avenida Tiradentes e Santos Dumont, na Luz, região central de São Paulo. De acordo com a PM, os manifestantes interditam a via até o momento.

Um quarto grupo ainda ocupa a ponte Eusébio Matoso sentido centro, na região de Pinheiros, zona oeste.

"É preciso protestar! Está acontecendo agora em vários estados do Brasil atos que denunciam esse momento de pandemia onde o governo deveria dar as condições para que a população 'Fique em Casa', mas ao contrário, Bolsonaro sanciona a Lei Orçamentária que praticamente zera os recursos para Habitação, assim programas como o Minha Casa, Minha vida terão a continuidade ameaçada justamente na Faixa 1, a que atende os mais pobres", escreveu o MTST.

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