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São Paulo Reabrir comércio com pressa significa risco, diz Doria

Reabrir comércio com pressa significa risco, diz Doria

Governador de São Paulo defendeu que na primeira fase da retomada seja mantida a capacidade de público e horários reduzidos dos estabelecimentos

  • São Paulo | Do R7

Movimentação na rua 25 de Março, na capital, na manhã desta segunda-feira

Movimentação na rua 25 de Março, na capital, na manhã desta segunda-feira

Ananda Migliano/O Fotográfico/Estadão Conteúdo - 1.6.2020

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou nesta segunda-feira (1º) que a melhor forma de garantir a segurança na retomada das atividades econômicas no estado é a reabertura gradual, como forma de evitar o aumento de casos de covid-19.

O Plano São Paulo, anunciado pelo governo na semana passada, prevê que na primeira fase da retomada, alguns estabelecimentos funcionem por apenas quatro horas seguidas diariamente e com capacidade de 20% de frequentadores. Entram nessa condição os shopping centers, por exemplo.

Em entrevista coletiva, o governador pediu aos empresários "compreensão" e disse que "não é razoável ter pressa e açodamento".

"A pressa e o açodamento significam risco. Pior do que abrir é fechar. Então, é melhor gradualizar a abertura, seguir de forma segura, do que fazer uma abertura inadequada, rápida demais e depois retroceder fechando. Aí o prejuízo, de fato, será grande."

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, disse que o governo mantém diálogo com entidades empresariais representativas e que ouviu queixas sobre a inviabilidade da reabertura nas condições impostas durante a fase laranja. No entanto, ela ressaltou que este é um período de testes.

"Nós entendemos o desafio, mas precisamos lembrar também que a etapa de flexibilização segura é a amarela, é a fase 3. Para a gente iniciar essa retomada gradual na fase laranja, que é a de controle, houve uma discussão com o Centro de Contingência para que isso fosse seguro."

Arte R7

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