Novo Coronavírus

São Paulo Ribeirão Preto pode se tornar novo epicentro da covid no estado de SP

Ribeirão Preto pode se tornar novo epicentro da covid no estado de SP

Cidade adotou medidas mais restritivas nesta quarta-feira (26). Pesquisa indica risco de aumento de casos em toda a região

  • São Paulo | Do R7, com informações da Record TV

 Movimento no comércio central da cidade de Ribeirão Preto, SP na semana do dia das mãe

Movimento no comércio central da cidade de Ribeirão Preto, SP na semana do dia das mãe

RENATO LOPES / RP FUTURA PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO - 05.05.2021

A região de Riberão Preto pode se tornar o novo epicentro da pandemia no estado de São Paulo, de acordo com um estudo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em parceria com o Instituto Adolfo Lutz.

As próximas duas semanas serão críticas, alerta o fisiopatologista Vitor Engrácia Valenti, pesquisador da Unesp.  "Fizemos um análise da curva de tendência dos casos diários de Ribeirão Preto e Franca e a tendência mostra que, em Ribeirão Preto, os casos podem subir um pouco mais ou, na melhor das hipóteses se estabilizar agora, entre fim de maio, começo de junho", afirma. 

A cidade de Ribeirão Preto adotará medidas mais restritivas a partir desta quinta-feira (27). As restrições valem até o dia 31. Por cinco dias, o transporte coletivo ficará suspenso e supermercados, restaurantes e padarias só poderão abrir para delivery.

Batatais, Taiuva, Viradouro e Bebedouro estão em lockdown até o fim do mês por causa da lotação dos hospitais e aumento do número de mortes por coronavirus. Franca, Brodowski, Patrocínio Paulista, Araraquara e Ribeirão Corrente também estão com medidas mais restritivas de isolamento social.  

"Quando nós avaliamos a região de Ribeirão Preto e Franca, notamos que os casos estão subindo muito intensamente e outras variáveis dão indicios que podem ajudar a região de Ribeirão Preto e Franca como o atual epicentro do estado de São Paulo. Além das internações estarem aumentando muito, os óbitos e casos diários também, existe a variante P1 que, na última análise divulgada pelo Instituto Adolfo Lutz, representava aproximadamente 80% de todas as amostras analisadas."

Últimas