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São Paulo São Paulo registra queda de 51% em mortes de idosos por covid-19

São Paulo registra queda de 51% em mortes de idosos por covid-19

Capital teve redução em óbitos de pessoas com 85 a 89 anos em fevereio. SMS diz que é precoce atribuir queda à vacinação

  • São Paulo | Mariana Rosetti e Isabelle Gandolphi, da Agência Record

Mortes de idosos por covid-19 caiu em SP

Mortes de idosos por covid-19 caiu em SP

Tiago Caldas /Fotoarena/Folhapress

A cidade de São Paulo registrou uma queda de 51,4% no número de idosos de 85 e 89 anos mortos com covid-19 entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, segundo dados preliminares disponibilizados pela SMS (Secretaria Municipal de Saúde).

O levantamento contempla números de casos de residentes em São Paulo, incluindo equipamentos de saúde municipais, estaduais, privados e filantrópicos. Em janeiro de 2021, a secretaria registrou 146 óbitos de idosos entre 85 e 89 anos. No mês seguinte, o número caiu para 71 óbitos.

Os dados registram queda também no número de casos confirmados e internações por covid-19 entre idosos dessa faixa etária. Foram confirmados 206 casos em janeiro de 2021, já em fevereiro o número caiu para 108, uma queda de 47,57%.

O número de internações entre idosos de 85 e 89 anos, por sua vez, apresentou queda de 37,24%, com 349 internações por covid-19 registradas em janeiro de 2021, contra 219 contabilizadas no mês seguinte.

Apesar da diminuição aparente nos números absolutos, a Secretara Municipal de Saúde diz que é precoce afirmar que a queda está relacionada com a vacinação contra a covid-19, que teve início em 11 de fevereiro na cidade de São Paulo.

Ainda assim, é a primeira vez, desde o início da contabilização, que o número de óbitos deste grupo apresenta queda superior à 50%. A maior queda registrada havia sido de 42,6%, de agosto para setembro de 2020.

No último boletim divulgado pela Prefeitura de São Paulo, 1.193.106 doses da vacina contra a covid-19 haviam sido aplicadas na capital.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde ressaltou que os dados têm que "ser avaliados com cautela, pois, os números de fevereiro - que são menores do que o mês anterior - ainda são provisórios e atualizados constantemente retroativamente."

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