Setor de inteligência da polícia evita sequestro de empresário em SP

Cerca de 100 policiais civis, com apoio de cães farejadores, impediram ação de homens supostamente ligados à facção criminosa e tráfico de drogas

Drogas apreendidas por policiais civis em SP

Drogas apreendidas por policiais civis em SP

Reprodução/Record TV

A Polícia Civil usou todo o setor de inteligência para impedir o sequestro de um empresário na cidade de São Paulo. Cerca de 100 policiais impediram o crime que seria praticado por que também atua no tráfico de drogas e armas de fogo.

As investigações para impedir o crime durou cerca de um ano. Para a prisão, os policiais contaram com o apoio de cães farejadores e realizaram o cumprimento de madados de prisão.

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Durante a ação, também foram apreendido cocaína, maconha e galões de lança-perfume que possivelmente seria ilegalmente comercializado.

Além de tráfico, a Polícia Civil indica que a quadrilha era especializara em roubo de cargas e os homens faziam parte de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios, sobretudo no Estado de São Paulo.

No entanto, ainda conforme as investigações, todas ações criminosas praticadas pelo grupo era com intuito de fortalecer o tráfico de entorpecentes. As apurações policiais descobriram diversos crimes, dentre eles o sequestro.

A família da vítima do empresário, que é do interior paulista, não sabia que os criminosos estavam por perto todos os dias e sequer desconviavam que poderiam ser alvo de qualquer ação do crime organizado.

As investigações apontam que os suspeitos estavam por perto dos membros da família do empresário todos os dias e o tinha como plano praticar o sequestro antes da chegada da polícia. Mas a polícia estava acompanhando em tempo real e, caso os criminosos antecipassem os planos, os policiais agiriam para impedir da mesma forma.

Durante as buscas policiais, um dos envolvidos na invetigação conseguiu fugir para a cidade de Montes Claros, em Minas Gerais. No entanto, com ajuda da polícia mineira, foi cumprido o mandado de prisão.

Ao todo, três suspeitos foram levados para o Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos) e outro tranferido diretamente para a cargeragem policial.